domingo, 25 de março de 2012

Novamente no Sertão

19/03/2012

Levando a motoca nova do véio:

 
Motorzinho valente: 110km/h na BR 232.

 
Em Caruaru, Ricardo junta pra rodar um pouquinho com a galera.


Em Fazenda Nova, pausa para esperar Daniel.


Percalços de viagem I.


Percalços de Viagem II



Já no Sítio Riacho Salgado, entrega solene da motoca ao novo dono (ó a cara de felicidade do véio).

  O rolé oficial de inuaguração.

 
 Sertaozão seco...

Vendo se está tudo ok.

tá...

 
êh sertão...


Estrada de volta...



 E até a próxima...   

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sertão do Pajeú

Final de semana é sempre bom para rodar um pouco e botar o stress prá correr.
Melhor ainda quando é pra visitar o Patriarca lá na terrinha.
Assim, no sábado, 21/01/2012, saimos, Dário e Daniel, par mais uma volta no Sítio Riacho Salgado,em Itapetim, lá pras bandas do Sertão do Pajeú.

Já na chegada, os bichinhos da casa, com saudade e balançando o rabo, vieram nos cumprimentar.




A seca tá braba pras bandas de lá. Apesar do dia nublado faz tempo que não chove "prá fazer água". Seca tudo: terra, açude, árvores...




Os bodinhos estão tendo que andar um bocado pra achar o que comer.


A unica coisa verde é o umbuzeiro (Spondias tuberosa, possui batatas que acumulam água nas raízes).


Mas nada que impeça de dar uma volta pela vizinhança.

   Ruínas da escolinha onde meu pai aprendeu a ler aí pelos idos de 1940...

O ponto preto lá em cima,é Daniel... 

Crossroads sertanejas...

E teve gente que se animou e tomou coragem de dar uma voltinha de Tenere...


Foi bom enquanto durou, mas na segunda-feira, é hora de colocar o pé na estrada e voltar para a tumultuada vida na cidade grande... Que m*!





Saldo do final de semana: cerca de 1.000km remoçados.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Passeio de Domingo

Manhã de domingo, moto abastecida, encontro na casa de Gallindo e pé na estrada, meio easy rider, sem saber direito pra onde ir.




Primeiros 35Km, parada para um cafezinho. Todos sentados à mesa e André, claro, ainda tava lá fora mexendo em alguma coisa na moto.



Em seguida tocando pela BR 232, mais 80 Km,  até Bezerros, PE,








de onde iríamos subir mais 9Km até Serra Negra, um local aprazível e de bela vista. 






Paradinha para fotos e cervejinha, sem álcool, hehe.








Desce a serra pelo povoado de Ameixas, e rodamos mais 100Km  até Carpina, via Limoeiro, onde uma costela no bafo nos esperava.




Saldo no final do passeio: cerca 270Km mais jovens. 




quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

VIVER ou JUNTAR DINHEIRO?

Meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.
Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário. Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.
É claro que eu não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!
Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida.
 
"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas,  não o seu preço."



.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO NO MOTOCICLISMO.

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, inclusive quando pilotamos nossa motocicleta.

É uma elegância desobrigada, um gesto ao ser auxiliado numa ultrapassagem, um cumprimento e um sorriso no pedágio, um leve toque de buzina e cumprimento de mão aos guardas rodoviários também não custa nada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas pessoas que escutam mais do que falam e quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia.

Quando nas estradas cruzamos ou ultrapassamos um companheiro motociclista não custa um aceno de simpatia ou um toque de buzina, mesmo que ele pilote uma 125 cc.

Numa viagem com amigos ou simples conhecidos é possível detectar elegância nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir aos frentistas e garçons.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é o motociclista que demonstra interesse por assuntos que desconhece, se preocupa com a manutenção da motocicleta do companheiro, com sua bagagem, é quem cumpre o que promete. É elegante não ser espaçoso demais nem querer ser líder por vontade própria. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro, é muito elegante não falar de dinheiro e de viagens desconhecidas dos demais em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Uma potente moto tinindo de nova, um belo sobrenome, experiência em grandes quilometragens e nariz empinado não substituem a elegância de um gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Os motociclistas de um modo geral são solidários, leais, amistosos.

Ser elegante é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social e das cilindradas da motocicleta. Se os companheiros de jornada não merecem certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso.

E, detalhe: isso tudo não é frescura, é apenas A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO NO MOTOCICLISMO.