Passeio de bate-e-volta, à Caruaru.
domingo, 11 de setembro de 2022
quinta-feira, 8 de setembro de 2022
Uma Nova Fase
Após um longo tempo sem publicar nesse nosso BLOG, por uma serie de motivos, voltaremos a utilizar essa ferramenta. Não gosto de Instagram, Facebook, Whatsapp; creio que aqui, somos mais seletivos: quem realmente quiser ver algo, entra e busca a informação desejada. Todas essas outras ferramentas acaba deixando a informação tumultuada.
Sou Old School.
Um bocado de coisa aconteceu nesse meio-tempo:
Simbora!
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
A DOUTRINA DOS MOTOQUEIROS
Publicado em 30 de outubro de 2013 no site Old Dog Cycles
Link: http://olddogcycles.com/2013/10/a-doutrina-dos-motoqueiros.html
Já faz um tempo que está circulando na internet um texto chamado “The Biker’s Creed”, por isso decidi fazer uma tradução dele para que mais pessoas possam ler. E antes que alguém me encha o saco pelo uso da palavra motoqueiro, além de recomendar a leitura deste post aqui, gostaria de lembrar que a palavra biker se traduz como motoqueiro em português, não adianta chorar, espernear ou gritar.
A DOUTRINA DOS MOTOQUEIROS
Eu piloto porque é divertido.
Eu piloto porque gosto da liberdade que sinto ao estar exposto aos elementos, e ao perigo que faz parte do ato de pilotar.
Eu não piloto porque é fashion e está na moda.
Eu piloto a minha máquina, mas não a visto como uma roupa. Minha moto não é um símbolo de status. Ela existe apenas para mim, e para mim somente.
Minha máquina não é um brinquedo. É uma extensão do meu ser, e eu vou tratá-la de acordo, com o mesmo respeito que eu tenho por mim mesmo.
Eu me empenho em tentar entender o funcionamento da minha máquina, do item mais simples ao mais complexo. Eu vou aprender tudo o que puder sobre a minha máquina, para que eu não precise contar com ninguém mais além de mim para manter sua saúde e bem-estar.
Eu me esforço para melhorar constantemente o controle sobre a minha máquina. Irei aprender os seus limites para que possamos nos tornar um só, e assim manter nós dois vivos na estrada. Eu sou o mestre, ela é a serviçal. Trabalhando juntos em harmonia, seremos um time invencível.
Eu não irei temer a morte. Mas irei fazer todo o possível para evitar uma morte prematura. Medo é o inimigo, não a morte. Medo na estrada leva à morte, é por isso que não deixarei o medo me dominar. Eu irei dominá-lo.
Minhas máquinas viverão mais do que eu, elas serão meu legado. Eu cuidarei delas para que futuros motoqueiros possam estimá-las como eu as estimei um dia, sejam eles quem forem.
Eu não irei pilotar para ganhar atenção, respeito ou medo daqueles que não pilotam. Nem desejo intimida-los ou perturba-los. Para aqueles que não me conhecem, tudo o que eu desejo é que eles me ignorem. Para aqueles que querem me conhecer, eu vou compartilhar a verdade sobre mim, para que eles possam me entender e não temer outros como eu.
Eu nunca serei o agressor na estrada. No entanto, se provocado, irei lidar com a provocação de acordo.
Eu mostrarei meu respeito com os motoqueiros mais velhos ou com mais conhecimento do que eu.
E tentarei aprender com eles o máximo que puder. No entanto, se o meu respeito não for apreciado ou correspondido, ele irá acabar.
Eu não serei desrespeitoso com outros motoqueiros menos experientes ou com menos conhecimento do que eu. Irei ensinar para eles o que puder. No entanto, se eles forem desrespeitosos comigo, levarão uns tapas.
Será minha tarefa ser o mentor de novos pilotos, se assim eles quiserem, para que a nossa espécie continue. Eu irei instruí-los, assim como fui instruído por aqueles antes de mim. Eu deverei preservar a honra e as tradições dos motoqueiros, e as passarei para frente inalteradas.
Eu não irei julgar outros motoqueiros pela escolha de suas máquinas, pela aparências ou profissão. Eu irei julgá-los apenas pela suas condutas como motoqueiros. Eu tenho orgulho das minhas conquistas, mas nunca irei me gabar delas perante aos outros. Irei dividi-las com os outros apenas se for perguntado.
Eu vou estar sempre pronto para ajudar outro motoqueiro que realmente precise da minha ajuda.
E eu nunca vou pedir para outro motoqueiro fazer algo que eu possa fazer sozinho.
Eu não sou um motoqueiro de meio-período. Eu sou um motoqueiro em qualquer lugar que eu vá.
Eu tenho orgulho de ser motoqueiro, e não escondo a minha escolha de vida de ninguém.
Eu piloto porque amo a liberdade, independência e o chão se movendo sob os meus pés. Mas acima de tudo, eu piloto para me conhecer melhor, minha máquina e os lugares por onde passo.
- Autor Anônimo -
Link: http://olddogcycles.com/2013/10/a-doutrina-dos-motoqueiros.html
Já faz um tempo que está circulando na internet um texto chamado “The Biker’s Creed”, por isso decidi fazer uma tradução dele para que mais pessoas possam ler. E antes que alguém me encha o saco pelo uso da palavra motoqueiro, além de recomendar a leitura deste post aqui, gostaria de lembrar que a palavra biker se traduz como motoqueiro em português, não adianta chorar, espernear ou gritar.
A DOUTRINA DOS MOTOQUEIROS
Eu piloto porque é divertido.
Eu piloto porque gosto da liberdade que sinto ao estar exposto aos elementos, e ao perigo que faz parte do ato de pilotar.
Eu não piloto porque é fashion e está na moda.
Eu piloto a minha máquina, mas não a visto como uma roupa. Minha moto não é um símbolo de status. Ela existe apenas para mim, e para mim somente.
Minha máquina não é um brinquedo. É uma extensão do meu ser, e eu vou tratá-la de acordo, com o mesmo respeito que eu tenho por mim mesmo.
Eu me empenho em tentar entender o funcionamento da minha máquina, do item mais simples ao mais complexo. Eu vou aprender tudo o que puder sobre a minha máquina, para que eu não precise contar com ninguém mais além de mim para manter sua saúde e bem-estar.
Eu me esforço para melhorar constantemente o controle sobre a minha máquina. Irei aprender os seus limites para que possamos nos tornar um só, e assim manter nós dois vivos na estrada. Eu sou o mestre, ela é a serviçal. Trabalhando juntos em harmonia, seremos um time invencível.
Eu não irei temer a morte. Mas irei fazer todo o possível para evitar uma morte prematura. Medo é o inimigo, não a morte. Medo na estrada leva à morte, é por isso que não deixarei o medo me dominar. Eu irei dominá-lo.
Minhas máquinas viverão mais do que eu, elas serão meu legado. Eu cuidarei delas para que futuros motoqueiros possam estimá-las como eu as estimei um dia, sejam eles quem forem.
Eu não irei pilotar para ganhar atenção, respeito ou medo daqueles que não pilotam. Nem desejo intimida-los ou perturba-los. Para aqueles que não me conhecem, tudo o que eu desejo é que eles me ignorem. Para aqueles que querem me conhecer, eu vou compartilhar a verdade sobre mim, para que eles possam me entender e não temer outros como eu.
Eu nunca serei o agressor na estrada. No entanto, se provocado, irei lidar com a provocação de acordo.
Eu mostrarei meu respeito com os motoqueiros mais velhos ou com mais conhecimento do que eu.
E tentarei aprender com eles o máximo que puder. No entanto, se o meu respeito não for apreciado ou correspondido, ele irá acabar.
Eu não serei desrespeitoso com outros motoqueiros menos experientes ou com menos conhecimento do que eu. Irei ensinar para eles o que puder. No entanto, se eles forem desrespeitosos comigo, levarão uns tapas.
Será minha tarefa ser o mentor de novos pilotos, se assim eles quiserem, para que a nossa espécie continue. Eu irei instruí-los, assim como fui instruído por aqueles antes de mim. Eu deverei preservar a honra e as tradições dos motoqueiros, e as passarei para frente inalteradas.
Eu não irei julgar outros motoqueiros pela escolha de suas máquinas, pela aparências ou profissão. Eu irei julgá-los apenas pela suas condutas como motoqueiros. Eu tenho orgulho das minhas conquistas, mas nunca irei me gabar delas perante aos outros. Irei dividi-las com os outros apenas se for perguntado.
Eu vou estar sempre pronto para ajudar outro motoqueiro que realmente precise da minha ajuda.
E eu nunca vou pedir para outro motoqueiro fazer algo que eu possa fazer sozinho.
Eu não sou um motoqueiro de meio-período. Eu sou um motoqueiro em qualquer lugar que eu vá.
Eu tenho orgulho de ser motoqueiro, e não escondo a minha escolha de vida de ninguém.
Eu piloto porque amo a liberdade, independência e o chão se movendo sob os meus pés. Mas acima de tudo, eu piloto para me conhecer melhor, minha máquina e os lugares por onde passo.
- Autor Anônimo -
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Os Leite no Sertão dos Catimbau.
Mais uma vez no sertão.
Só que, dessa vez, com uma idéia nova: Dar uma volta pelo Vale do Catimbau, nas cercanias de Buíque, no sertão pernambucano.
É uma vontade de criança, desde quando viajávamos de carro por aquelas bandas e víamos aquelas serras ao longe na BR 232, e imaginado suas formas se transformando em gigantes deitados, carros, tronos, castelos, e outras figuras mais que se nos descortinavam com aqueles perfis no horizonte.
Pois bem, fomos de Recife a Itapetim, buscar nosso mais novo motociclista (e mais antigo também) e de lá, partimos, via monteiro até Buíque e Vila de Catimbau. Surpresa por conta de uns 20km da estrada de areia (literalmente “areia”) que deu muito trabalho principalmente à Daniel (a Harley não se dá muito bem com trilha) e a Deoclécio (aqui mais pela falta de costume com a moto recém comprada, ainda que do alto de seus 75 anos de idade e outros tantos de motociclismo) que resultaram na compra de dois lotes de terra lá por aquelas bandas. Menos mau que sem maiores conseqüências, pela baixa velocidade que estávamos.
Chegando à Vila de Catimbau, procuramos por alguns guias locais, que nos explicaram que dentro da reserva natural, havia várias trilhas pré definidas, que um guia teria que ir junto com a gente, que não podia acampar dentro da reserva, etc... frustrou! Não era isso que queríamos e pelo que tínhamos viajado algumas centenas de quilômetros.
Bem... mas como diria uma ministra qualquer por aí, relaxa e goza. Fomos conhecer o hotel-camping do índio Jurandir e, chegando lá, surpresa (boa): era uma área fechada com piscina e cavernas onde podíamos deixar as motos com segurança e nos lançar na subida de um platô natural e acampar em cima da serra. Nos deu um alento de aventura.
Tomamos um rápido banho na piscina natural para tirar a poeira (areia) da viagem e, sob o sol de final de tarde, subimos a encosta do platô. Cansa!
Mas todo o cansaço é recompensado pelo visual privilegiado do vale visto lá de cima. Providencias inciais, decidir onde ficariam as barracas, providenciar lenha pra um fogueirinha (aqui ainda pode, pois não é dentro da área de reserva oficial), abrir a Pitu Gold e se preparar para assistir a um fantástico por-do-sol com trilha sonora de um Pink Floyd no celular.
Não são necessárias palavras.
Noite com muito vento, mas de bom sono. Imaginávamos que seria mais fria, mas foi agradável. Na manhã seguinte uma voltinha exploratória pelas redondezas do acampamento, depois de um rápido café, preparar a descida da serra.
De lá, novamente a estradinha de areia (dessa vez ninguém caiu) e uma agradável retorno pra casa.
Saldo do passeio: 1000 Km rejuvenecidos e uma vontade de criança satisfeita (com direito a adesivozinho comemorativo e tudo o mais).
Allycats.
domingo, 25 de março de 2012
Novamente no Sertão
19/03/2012
Levando a motoca nova do véio:
Levando a motoca nova do véio:
Motorzinho valente: 110km/h na BR 232.
Em Caruaru, Ricardo junta pra rodar um pouquinho com a galera.
Em Fazenda Nova, pausa para esperar Daniel.
Percalços de viagem I.
Percalços de Viagem II
Já no Sítio Riacho Salgado, entrega solene da motoca ao novo dono (ó a cara de felicidade do véio).
O rolé oficial de inuaguração.
Sertaozão seco...
Vendo se está tudo ok.
tá...
êh sertão...
Estrada de volta...
E até a próxima...
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